afinal de contas... 

06/09 - 20h30

Representatividade Indígena

Bora papear sobre a questão indígena?

Um país sem memória que não (re)conhece a sua história: Brasil, uma terra invadida e não descoberta.

Mediadora: Lilian Corrêa (Am) // Participantes: Barbara L. Matias (CE) , Day Tamikuã (BA), Vanda Ortega Witoto (AM) e Vãngri Kaingang (RS)

Lilian Corrêa estuda Artes Cênicas no Museu da Vida - FIOCRUZ, atua também como monitora no projeto de extensão pela UFRJ como Iluminadora Cênica. Como Diretora Teatral 2018 dirigiu uma breve cena da Peça “ A Tempestade” de William Shakespeare para a Mostra Mais da UFRJ. Em 2019 estreou na Mostra de Teatro da UFRJ com espetáculo Infanto-Juvenil “Histórias da A-AYA” de Antônio Santos de Carvalho. a, que trata- se de uma colaboração coletiva.
 

Barbara L. Matias  Nasceu e se criou na comunidade do Marreco, Distrito de Quitaius, Cariri do Ceará. É atriz, performer, professora, poeta e dramaturga.  Cria em parceira com artistas e coletivos artísticos. Doutoranda em Artes da Cena pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

Day Tamikuã é mestiça, tem 23 anos nascida em 1995, natural de Coroa Vermelha, Aldeia Barra Velha, filha de mãe Índia e pai não índio, pertence a cultura indígena. Que Tupã nos abençoe.

Vanda Ortega Witoto , do Alto Solimões da aldeia Colônia- município de Amatura, formada em técnica de enfermagem atua na Fundação Alfredo da Matta em Manaus , acadêmica de Pedagogia na Uea, faço parte da Coordenação dos estudantes indígenas do estado do Amazonas-  MEAIM e articuladora política da Associação dos Witoto do Alto Solimões-  AWAS .

Vãngri Kaingág é do povo Kaingáng nascida na Aldeia de Ligeiro, Município de Tapejara, Rio Grande do Sul. O Instituto Kaingáng – INKA, fundado em 2002, é uma organização indígena sediada na Terra Indígena Serrinha, município de Ronda Alta (RS) e tem por missão o fortalecimento, valorização, revitalização, proteção e conservação da cultura Kaingáng, com gestão realizada exclusivamente por mulheres Kaingáng. Em 2005 o INKA se inscreveu no Edital de Seleção de Pontos de Cultura no Ministério da Cultura – MinC, aprovando o projeto Ponto de Cultura Centro Cultural Kanhgág Jãre – Raiz Kaingáng, desenvolvendo-o desde 2006 o primeiro Ponto de Cultura no país em uma Terra Indígena, Assim, em face da sócio diversidade representado pelos Povos Indígenas a arte educadora do Ponto de Cultura Kanhgág Jãre – Raiz Kaingáng. Vângri Kingáng é artista, escritora e atualmente, acadêmica do Curso de Medicina da UFPEL (Universidade Federal de Pelotas). Como arte-educadora trabalha na capacitação de educadores e jovens,escolhas índigenas e não índigenas nas áreas de artes plásticas, desenho e grafismo. Em teatro destaca-se o seu desenvolvimento no Teatro dos Oprimidos, TO, de Augusto Bual, para desopressão das minorias étnicas, trabalhos em peças teatrais junto a comunidade.