afinal de contas... 

04/09 - 17h  

CRIADORAS NORDESTINAS

Bora conhecer as artistas arretadas do nordeste?

Artistas arretadas compartilham seus processos criativos, assim como as estratégias e os desafios da produção artística na região Nordeste.

Mediadora: Savina João (PI) // Participantes: Felícia De Castro (BA), Mônica Santana (BA), Valéria Pinheiro (CE) 

Savina João é mulher piauiense, artista dos palcos e do cinema, produtora cultural e performer. Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (2007).
Na Coletiva 3 de Nós, circula há 2 anos com o espetáculo "A Mais Forte". Em cinema, dirigiu e roteirizou o curta-metragem "A Mais Forte", que estreou em 2019, no 17º TIFF (Albânia). Atuou em "Transbordar", curta selecionado pelo 30º Festival Internacional de São Paulo (kinoforum), 2019.  

Felícia de Castro é Artista. Mulher. Negra. Mãe. Facilitadora de processos de Revolução. Palhaça feminista. Atravessada pela arte-ritual, pelas culturas brasileiras, pela dança butoh, pela palhaçaria sagrada. Investiga o tragicômico e o riso sagrado. Mestra em artes cênicas pela Universidade Federal da Bahia através da escrita “Ventos Que Animam A Terra – Voz e Criação Na Trajetória do Espetáculo Rosário”. Criou a “Vivência Palhaças, Bem Vindas Sois Vós”, o curso “Estados Criativos – O Canto do Corpo Tragicômico”, e os espetáculos solos “Rosário” e “Tudo Que Você Precisa É Amor”. Fortes e necessárias medicinas no tempo que vivemos hoje. Há mais de vinte anos move um trabalho como performer e criadora que tem sido reconhecido como despertador de caminhos, de reconexões e curas, e disparadores de processos de criação.

Mônica Santana é Mestre em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia e atualmente Doutoranda pelo PPGAC/UFBA. Especialista em Jornalismo e Direitos Humanos pela UniJorge. Graduação em Interpretação Teatral (incompleto). Bacharel em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal da Bahia. Atua como atriz desde 1999. Com o solo teatral Isto não é uma mulata, conquistou o Prêmio Braskem de Teatro Baiano 2015 na Categoria Revelação e garantiu a inclusão na lista das  25 Mulheres Negras Mais Influentes da Internet em 2015, segundo o site Blogueiras Negras e uma das mulheres mais influentes nas artes pelas ativistas feministas do Think Olga.

Valéria Pinheiro é Coreógrafa e Diretora artística da Cia. Vata desde 1994. Gestora Cultural do Café Teatro das Marias. Coordenadora Pedagógica do Ponto de Cultura: Ancorando no Poço da Draga Ubuntu e coreógrafa do Pontinho de Cultura: Escola de Musicais. Trabalhos realizados em colaboração com Margareth Morrison – Nova York 2000-2005; Colaboração com Lane Alexander Chicago (2005 a 2009); Colaboração com Augusto Soledade Miami - (2003); Colaboração com DJD (Decideddly Jazz Dance Work) Calgary Canadá - (20012, 2013, 2014 e 2015); Ganhadora de prêmios, na categoria dança, nas instancias municipal, estadual e federal do Brasil. Uma obra com 22 peças coreográficas com a Cia. Vatá entre 1994 e 2019.