audiovisual

Curtíssimos, curtas, videoarte... aqui você encontra os trabalhos das manas que estão produzindo audiovisual. De todas as formas, pra todos os gostos, teremos 11 sessões de, aproximadamente, 30 minutos cada. Programe-se e confira que tem uma coisa mais linda que a outra! :)

ÁRVORE MÃE

Suzana Nascimento (MG)

Uma filha retoca as raízes da mãe, encontrando e curando memórias de opressão que podem manter uma mulher, por muito tempo, longe de si mesma.

1° DE JULHO

Renata Prado (PR)

Curta-metragem de ficção que conta a historia de Vitória, uma mulher trans que se veste de homem para conseguir trabalhar de carteira assinada.

A MAIS FORTE

Clara Eyer e Savina João (RJ/PI)

Separados, Daniel e Julia decidem que o filho Thomaz vai morar com o pai. Após o bullying na escola do filho, as crises de masculinidade dão as caras.

ANGÚSTIA

Cibele Nogueira (SE)

É no banho, de portas fechadas e debaixo da água que uma mulher transborda as angústias vividas no confinamento. Tormento, desejo e delírio.

BLUES EM PRETO E BRANCO

Tatiana Henrique (RJ)

Blues em Preto e Branco é uma leitura performática de poemas de May Ayim, poetisa africana-alemã, atravessada por imagens corporais baseadas na mitologia de Nan.

BÁLSAMO

Pam Dutra (RN)

Aurita se vê aguda e inflamada no sangramento da luz. Seu corpo se torna moradia, proteção e dilaceramento, através das memórias espalhadas no espaço.

CAPITU - ELA PEDIU

Capitu | Carliane Menezes (CE)

Capitu critica o (cis)tema em seus atos orgânicos curando corpas pretas diante das mazelas da sexualidade.

CORPO ESTRANHO

Fiamma Viola (SP)

Corpo Estranho é um relato gerado a partir da experiência transformadora de reapropriação do
corpo vivida pela artista Fiamma Viola.

CRISE HUMANA OU AMBIENTAL?

Raquel Polistchuck (RJ)

O vídeo arte retrata de forma sensorial dois personagens que atuam junto a natureza. Percorrem
uma trajetória corporal que segue como o roteiro.

DA ESQUERDA PARA DIREITA A SEGUNDA DE CIMA PARA BAIXO

Marta Paret e Luciana Maia (RJ)

Como câmera de segurança, que tudo capta sem escolha ou julgamento, revelamos aquilo que as cortinas impedem de ser visto, mas não de ser evitado.

DE CABEÇA LIMPA

NATIELI FONTANA (SP)

Estar isolada faz reviver lembranças que estavam guardadas há muito tempo. A vontade é fechar os olhos, mas será que é possível fugir das sombras?

DEVE HAVER ALGUM SENTIDO NO AMANHÃ QUE BASTA

CECILIA CIPRIANO E RAQUEL GANDRA (RJ)

A criação artística enquanto resposta, hábito, meditação, descoberta ou distração se apresenta em forma de mosaico, numa cacofonia de diários, vozes e gestos que se repetem através dos dias de isolamento social.

DIA DE SOLTEIRA

Ju Maldonado e Virginia Maria (RJ)

Cidade do Rio de Janeiro, quarta-feira de cinzas. Ela caminha pelas ruas sem perceber que a cidade já voltava ao normal.

ENGOLINDO ESTRELAS

Sissi Betina Venturin (RS)

Dentro do apto sobre a cama atrás da cortina pela janela dentro da boca se encontra se esconde atravessa e transpassam fragmentos espectrais.

FÔLEGO FEBRIL

Luiza Prado (SP)

É chegado o meio do ano, não há festa com corpos frios, o diálogo de duas mulheres tenta não se acostumar ao deserto: a saudade é quente, dança quadrilha no peito e tem cheiro de amendoim.

JÁ QUE SOU UMA AFLIÇÃO MERGULHADA NUM CORPO

Miriam Duarte (SP)

Sentimentos que nos angustiam com as limitações e contradições do corpo e do espaço, do interior e exterior, do eu e do outro.

LILÁS

Ariadne Pinheiro (SP)

Lilás analisa o cotidiano de trabalho de mulheres que exercem profissões culturalmente realizadas por homens e expõe as limitações e preconceitos decorrentes de seus ofícios, e como estes são percebidos no contexto social.

MORO ATRÁS DO ESTÁDIO

Vivian Siqueira (ES)

Moro atrás do estádio traz a experiência de um bairro periférico em Cariacica – ES, recebendo um evento mundial e elitizado, a Copa do Mundo Sub-17.

MULHERES X BOZO - DE 4

Carolina Henriques (SP)

Glenda Pitú analisa o sucesso do trabalho de quatro líderes mundiais no enfrentamento contra o covid 19. E o que há de comum entre elas? São Mulheres.

NAKUA PEWEREWEREKAE JAWABELIA /HASTA EL FIN DEL MUNDO

Este vídeo foi realizado coletivamente, no processo indígena de mutirão, por: Margartita Rodriguez Weweli-Lukana, Juma Gitirana Tapuya Marruá, Felipe Chamarrabi, Gurcius Gwedner, Vaneza Vargas, Dayana Vargas, Hector Reyes e moradores do Resguardo Indígena Sikuani Guacamayas/PE

Ritual de sanação das dores coloniais, dessas feridas abertas que nos doem a todos, human@s e não-human@s, naturezas de Abya Yala.

NOITE EM MIM, NOITE LÁ FORA

Quézia Lopes (RJ)

Um filme ensaio, que metamorfoseia imagens entre sono e vigília, velando e desvelando enlaces sutis entre as imagens, metaforizando signos e símbolos.

PENDURICALHO - IBG|BANDA DE GAROTAS INSTANTÂNEAS

IBG|BANDA DE GAROTAS INSTANTÂNEAS (RS)

Penduricalho/ Tiny Appendix é uma videoperformance realizada simultaneamente em Porto Alegre/BR e Bruxelas/BE.

PEQUENA FLOR DE AMEIXA UM FRAGMENTO

Camila Guerra (RN)

Entre dores, cólicas, inseguranças e machismos no tatame, Isadora reflete sobre seu processo de empoderamento rumo à faixa preta de Kung Fu.

PLANTA CARNE

Julia Donati (RN)

Planta Carne desvenda a própria arte através da relação com o universo e se descobre aos poucos enquanto artista em relação íntima com a natureza.

QUANDO VERBO

Renata de Castro (SE)

Poema 'Quando verbo'

RECONTANDO A HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA À PARTIR DE UMA PERSPECTIVA FEMININA

Clarisse Nascimento (CE)

Nesse pequeno mas rico vídeo, utilizando a técnica stop motion, a intenção é mostrar a trajetória da mulher na história da fotografia, que é tão masculinizada desde seu início

REFUNDIR CORPAS

Ara Nogueira e Tuca Mello (RJ)

Pensar poéticas em torno do corpo e a possibilidade de pensar novos corpos, o corpo em cativeiro, o contato, a ausência e o sentido das coisas.

SAGUARO

DUNA DIAS E SOCORRO DIAS (MG)

“Saguaro” é um vídeo realizado por Duna Dias e Socorro Dias com base nas sensações e experiências vividas entre mãe e filha durante o isolamento social.

SANFONA SENTIDA

Maria Antonia Ibraim e Christine Valença (RJ)

Duas mulheres inseridas no contexto rítmico-musical. A música fala um amor que se quer correspondido, que se quer ser sentido.

SOBRE A VIDA E OUTRAS COISAS

Keila Silva (BA)

Tempo- Duração relativa das coisas que cria no ser humano a ideia de presente, passado e futuro.

SOBREVIVO

Coletivo de Teatro Panapaná (RS)

Subjugadas, violadas, escondidas. Histórias de violência se repetem aos milhões com mulheres de todo o mundo. As que sobreviveram podem contar.

SOMOS NORA

Manu Campos (RJ)

Um ponto de vista pessoal e coletivo sobre o impacto do patriarcado nas vidas das integrantes de um processo de criação artística.

SUFOCA

Marina Lua (BA)

Corpas femininas vivendo na mesma zona – cidade costuram, amarram e SUFOCAm suas agonias.

SUMMERTIME

Ladybird (SP)

Ladybird é um quarteto de jazz formado por Mari Oliveira (sax), Sofia Barion (piano), Manuela Vincenzi (baixo), e Andressa Pezzuol (voz e bateria).

TUDO QUE DESEJO, QUEIMA NO AR

Isabella Raposo (RJ)

Esse é o novo som | Do mesmo jeito que era o velho som| Agora olhe para as forcas | Espalhadas por todo o mundo em chamas

ÌYÁLEWÀ

Joana Marinho (RJ)

Ìyálewà é sobre reinventar-se! Reinventar-se mulher, negra, mãe, filha, vento. Reinventar-se atriz em meio a pandemia. É sobre o fim e o princípio.